| João Prestes e Valdelice Bonifácio | |||
As declarações do senador Delcídio do Amaral (PT), durante a inauguração do frigorífico Bertin, hoje pela manhã, deixam dúvidas sobre o destino do cenário político do Estado. Antes defensor incondicional da candidatura própria ao governo pelo PT, Delcídio preferiu a cautela ao tratar do assunto. “O tempo dirá”, foi sua resposta mais enigmática, quando indagado se haveria a possibilidade de o presidente Lula tentar convencer o ex-governador Zeca do PT a desistir da candidatura. Delcídio disse que, para as cúpulas do PMDB e do PT, Mato Grosso do Sul não figura entre os casos de acordo impossível entre os dois partidos. Entretanto, ele frisa que, primeiramente, a aliança será tratada em nível nacional, depois se discutirá as questões localizadas. “Não dá para dizer que o cenário local está definido”, disse o senador. As cúpulas do PMDB e do PT concordam que há dificuldades para juntar os dois partidos em um mesmo palanque em Mato Grosso do Sul, porém ainda acreditam que isso seja possível. O ex-governador Zeca do PT tem reafirmado, sempre que instado, o caráter irrevogável de sua candidatura. “Nem o Lula me impede de ser candidato”, tem repetido Zeca. Delcídio concorda que Lula não vai impor nada ao amigo Zeca do PT. Um pedido desses será feito diretamente ao ex-governador, frisou. E Zeca tem o direito de recusar. 8% de pressão Já o governador André Puccinelli demonstra que não vai desistir fácil de barrar a candidatura petista. O trunfo são os votos que afirma ter na convenção nacional. André joga duro, promete levar os 27 convencionais do PMDB – que representam 8% do total – a rejeitar o apoio a Dilma Rousseff, caso o PT não apoie sua candidatura e desista de lançar Zeca. “Não vai haver cenário nacional sem a participação do Andrezinho”, avisou o governador, no mesmo evento em que participou o senador Delcídio. |
Através desta página, o internauta poderá acessar o site do PDT do Estado Rio de Janeirp e todo o seu conteúdo, inclusive com a última atualização. Basta que se dirija ao lado direito desta postagem e clique no terceiro LINK, logo abaixo dos LINKS dos sites do "Google News" e de "edsonpaim.com.br". Estes três LINKs conduzem o leitor às últimas Notícias dos Municípios, dos Estados, do País e do Mundo, neles publicadas. CONFIRA!
quinta-feira, 15 de outubro de 2009
Delcídio já fala com cautela sobre relação de PT e PMDB
quarta-feira, 14 de outubro de 2009
Jogo Aberto: Puccinelli revela quem é seu "aliado" no PT
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sexta-feira, 9 de outubro de 2009
Jogo Aberto: Dilma diz que Zeca abre geladeira de Lula (Campo Grande News)
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terça-feira, 6 de outubro de 2009
Nanicos e PR devem formar “blocão” na Assembléia em 2010
Fernanda França
Os deputados “solitários” na Assembléia Legislativa devem formar um “blocão”, junto com o PR, visando ter maior representatividade política, principalmente nas comissões permanentes.
Márcio Fernandes (PT do B), Coronel Ivan de Almeida (PRTB), Diogo Tita (PPS), Antônio Braga (PDT) e Zé Teixeira (DEM) já iniciaram hoje as conversações para formalizar o grupo, mas somente no ano que vem.
Segundo o presidente da Casa, deputado Jerson Domingos (PMDB), o ano já está acabando e é unânime que este assunto só seja discutido em fevereiro, quando os trabalhos serão reiniciados.
“Até o encerramento do ano, não deve mudar nada, vai prevalecer o respeito a quem já está nas comissões”, declarou.
Os cinco deputados de partidos “nanicos” na Assembléia Legislativa ainda não conversaram com o PR sobre o assunto, mas vão procurar os três parlamentares da legenda nos próximos dias.
Juntos, seriam oito deputados que formariam o maior bloco partidário da Assembléia. O PMDB, que era o principal grupo, perdeu Diogo Tita e agora só conta com sete parlamentares.
Ao invés de indicar um deputado para cada comissão temática, com oito representantes, o bloco poderia indicar dois.
“Além de mais força política o deputado tem mais influência na tramitação dos projetos”, avaliou Braga.
Os deputados “solitários” na Assembléia Legislativa devem formar um “blocão”, junto com o PR, visando ter maior representatividade política, principalmente nas comissões permanentes.
Márcio Fernandes (PT do B), Coronel Ivan de Almeida (PRTB), Diogo Tita (PPS), Antônio Braga (PDT) e Zé Teixeira (DEM) já iniciaram hoje as conversações para formalizar o grupo, mas somente no ano que vem.
Segundo o presidente da Casa, deputado Jerson Domingos (PMDB), o ano já está acabando e é unânime que este assunto só seja discutido em fevereiro, quando os trabalhos serão reiniciados.
“Até o encerramento do ano, não deve mudar nada, vai prevalecer o respeito a quem já está nas comissões”, declarou.
Os cinco deputados de partidos “nanicos” na Assembléia Legislativa ainda não conversaram com o PR sobre o assunto, mas vão procurar os três parlamentares da legenda nos próximos dias.
Juntos, seriam oito deputados que formariam o maior bloco partidário da Assembléia. O PMDB, que era o principal grupo, perdeu Diogo Tita e agora só conta com sete parlamentares.
Ao invés de indicar um deputado para cada comissão temática, com oito representantes, o bloco poderia indicar dois.
“Além de mais força política o deputado tem mais influência na tramitação dos projetos”, avaliou Braga.
sábado, 3 de outubro de 2009
Após troca-troca, PMDB permanece com a maior bancada
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Paulo Fernandes| Marcelo Victor |
| PMDB de Mochi e Youssif perdeu um deputado, mas ainda é a maior bancada |
A briga interna no PDT, aliada à insatisfação do deputado Márcio Fernandes com o PSDB e ao prazo final ontem para as trocas partidárias provocou importantes alterações nas bancadas da Assembleia Legislativa, mas não retirou do PMDB o posto de maior bancada.
O PMDB que antes tinha oito deputados, agora tem sete. Temendo ter problemas para se reeleger, pela grande quantidade de candidatos, Diogo Tita trocou o partido do governador pelo PPS, que não tinha representante no legislativo estadual.
Já o PSDB, apesar de perder Márcio Fernandes, acabou superando o PT em número de deputados ao abrigar Ary Rigo e Onevan de Matos, que deixaram o PDT. Os tucanos agora têm cinco parlamentares.
Pior para o PDT, que agora só tem um representante na Assembleia Legislativa: Antonio Braga.
PT e PR não sofreram mudanças. Eles continuam com, respectivamente, quatro e três deputados.
Além do PDT e do PPS, contam com apenas um representante na Assembleia Legislativa DEM (Zé Teixeira), PTdoB (Márcio Fernandes) e PRTB (Coronel Ivan)
sexta-feira, 2 de outubro de 2009
Interventor do PDT vai reivindicar mandato de Rigo, Onevan e Braga
Schimidt argumenta estar agindo sob orientação da Executiva Nacional do partido que mandou obsrvar o Estatuto da sigla
Valdelice Bonifácio Representante da Executiva Nacional que interveio no PDT regional, João Leite Schimidt disse nesta noite durante posse do vereador Paulo Pedra na presidência do diretório de Campo Grande que vai sim reivindicar o mandato de Ary Rigo, Onevan de Matos e Antônio Braga. Os três foram eleitos deputados estaduais pelo PDT, mas estão se desfiliando por não concordarem com a intervenção. A declaração de Schimidt surpreendeu. Em entrevista coletiva no dia 24 de setembro, na sede do partido, ele havia dito que não fazia questão que os deputados permanecessem no partido e que não pediria o mandato deles. O dirigente alertou, no entanto, que não poderia impedir que os suplentes reivindicassem as vagas. Hoje, ao anunciar sua decisão justificou que está agindo a mando da Executiva Nacional do PDT. “Eles mandaram que eu observasse o Estatuto da sigla. O PDT foi a primeira legenda a inserir no Estatuto que os mandatos pertencem ao partido e não aos candidatos eleitos”, menciona. Schimidt afirma que assim que os deputados oficializarem a migração a outra legenda, vai acionar a Justiça com ação por infidelidade partidária. O dirigente não antecipa a argumentação contra os deputados, mas não acreditam que eles sejam absolvidos alegando perseguição como tem ocorrido em muitos casos. “Eles não estavam sendo perseguidos. Estavam praticando perseguições. Tanto que eu fui escolhido pela Executiva Nacional para fazer o PDT entrar em equilíbrio”, argumenta. Além do mais, o pedetista afirma considerar justo exigir o mandato dos deputados. “Nenhum deles se elegeu sem os votos da legenda”, menciona. Quem também defendeu a reivindicação do mandato foi o deputado federal Dagoberto Nogueira (PDT). O parlamentar afirma que se preciso for testemunhará na ação judicial contra os três deputados. “Além do mais, nós vamos acionar prefeitos do PDT que dirão que eles apoiaram candidatos de outra legenda nos municípios, o que já é infidelidade partidária”, disse. Junto com Ary Rigo, Onevan de Matos e Antônio Braga também está deixando o PDT, o deputado Ivan de Almeida. Mas, ele não se elegeu pelo PDT e sim pelo PSB, partido que deixou após processo disciplinar. Nesta noite, o presidente regional do PSDB, Sérgio Assis esclareceu que o partido não pode mais reivindicar o mandato de Ivan. “Já pedimos o mandato dele em 2007, a Justiça entendeu que ele tinha sido perseguido. Agora, não podemos reivindicar mais”, afirma. Ary Rigo, Onevan de Matos já estão filiados ao PSDB. Hoje, às 10 horas eles assinam a ficha em ato formal no Diretório Regional do partido. A última informação sobre Antônio Braga dava conta de que ele se filiaria ao PMDB partido pelo qual pretende concorrer a deputado federal. Já Ivan deve confirmar hoje filiação ao DEM. De volta à varanda A festa pedetista que oficializou Pedra na presidência do PDT foi realizada na varanda do diretório, mesmo local, onde no dia 22 de agosto, os correligionários realizaram a convenção que o então presidente regional Ary Rigo se recusou a homologar. Feliz com a ascensão ao comando local do partido, Pedra disse que sua primeira atitude será reunir os movimentos populares do PDT. “Na minha gestão estes segmentos internos terão vez e voz”, garantiu o vereador. Outra novidade anunciada por Pedra é a criação do movimento evangélico dentro do PDT de Campo Grande. Eleições 2010 A queda de braço entre os grupos de Dagoberto e Rigo que terminou com a vitória do primeiro tem como pano de fundo as eleições de 2010. Dagoberto quer conduzir o PDT a apoiar a candidatura do ex-governador Zeca do PT quando o grupo de Rigo demonstrava mais simpatia pela reeleição de André Puccinelli. De fato, os quatro deputados estão migrando para partidos aliados ao governador. |
quinta-feira, 1 de outubro de 2009
Rigo e Onevan negociam com PSDB, Braga vai para PMDB
João Prestes e Valdelice Bonifácio
O deputado estadual Ary Rigo disse, há pouco, durante evento na Assembleia, que está praticamente certa sua filiação ao PSDB, assim como do deputado Onevan de Matos. Já o destino do deputado Antônio Braga será o PMDB, afirmou Rigo. Eles deixam o PDT após a intervenção nacional no partido que destituiu Rigo do comando e nomeou para o cargo o ex-conselheiro do Tribunal de Contas João Leite Schimidt.
O quarto integrante da ex-bancada do PDT, José Ivan de Almeida, disse que pode ir para o PTdoB (que recentemente filiou o ex-tucano Márcio Fernandes), o DEM ou o PPS. Está indeciso, mas precisa assinar ficha até sábado se quiser concorrer nas próximas eleições. A lei exige um ano de filiação partidária a quem quer ser candidato.
A ida de Braga para o PMDB surpreende. O partido não é tido como boa opção para se eleger, pois concentra políticos de vasta base eleitoral, como Jerson Domingos, Maurício Picarelli e Youssif Domingos. Para se eleger deputado pelo PMDB é preciso conseguir tantos votos quanto eles. Mas Braga pode ser candidato a deputado federal, esse seria um desejo antigo seu.
Já o coronel Ivan deve optar ou pelo DEM ou pelo PPS. No PTdoB, com a entrada de Márcio Fernandes, não há mais espaço. Entretanto, ele acredita ser possível eleger dois deputados estaduais pelo partido. Mas já demonstra ter perdido as esperanças de se filiar ao nanico. Resta, portanto, um dos partidos que integram atualmente o BDR (Bloco Democrático e Reformista), formado por PSDB, DEM e PPS.
O problema é se o PSDB lançar candidatura própria ao governo do Estado, possibilidade que não está descartada. Caso o PMDB firme aliança nacional com o PT, indicando o vice de Dilma Rousseff, ficará complicado para o governador André Puccinelli oferecer seu palanque ao candidato tucano à Presidência da República, José Serra.
Nesse caso, Rigo, Onevan e coronel Ivan seriam obrigados a pedir votos para a provável candidata do BDR ao governo, a senadora Marisa Serrano. Cabe lembrar que eles deixam o PDT exatamente para ficarem próximos ao governador André Puccinelli, já que o partido tende a fechar aliança com o PT de Zeca e Delcídio.
O deputado estadual Ary Rigo disse, há pouco, durante evento na Assembleia, que está praticamente certa sua filiação ao PSDB, assim como do deputado Onevan de Matos. Já o destino do deputado Antônio Braga será o PMDB, afirmou Rigo. Eles deixam o PDT após a intervenção nacional no partido que destituiu Rigo do comando e nomeou para o cargo o ex-conselheiro do Tribunal de Contas João Leite Schimidt.
O quarto integrante da ex-bancada do PDT, José Ivan de Almeida, disse que pode ir para o PTdoB (que recentemente filiou o ex-tucano Márcio Fernandes), o DEM ou o PPS. Está indeciso, mas precisa assinar ficha até sábado se quiser concorrer nas próximas eleições. A lei exige um ano de filiação partidária a quem quer ser candidato.
A ida de Braga para o PMDB surpreende. O partido não é tido como boa opção para se eleger, pois concentra políticos de vasta base eleitoral, como Jerson Domingos, Maurício Picarelli e Youssif Domingos. Para se eleger deputado pelo PMDB é preciso conseguir tantos votos quanto eles. Mas Braga pode ser candidato a deputado federal, esse seria um desejo antigo seu.
Já o coronel Ivan deve optar ou pelo DEM ou pelo PPS. No PTdoB, com a entrada de Márcio Fernandes, não há mais espaço. Entretanto, ele acredita ser possível eleger dois deputados estaduais pelo partido. Mas já demonstra ter perdido as esperanças de se filiar ao nanico. Resta, portanto, um dos partidos que integram atualmente o BDR (Bloco Democrático e Reformista), formado por PSDB, DEM e PPS.
O problema é se o PSDB lançar candidatura própria ao governo do Estado, possibilidade que não está descartada. Caso o PMDB firme aliança nacional com o PT, indicando o vice de Dilma Rousseff, ficará complicado para o governador André Puccinelli oferecer seu palanque ao candidato tucano à Presidência da República, José Serra.
Nesse caso, Rigo, Onevan e coronel Ivan seriam obrigados a pedir votos para a provável candidata do BDR ao governo, a senadora Marisa Serrano. Cabe lembrar que eles deixam o PDT exatamente para ficarem próximos ao governador André Puccinelli, já que o partido tende a fechar aliança com o PT de Zeca e Delcídio.
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