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terça-feira, 16 de fevereiro de 2010
Zeca não faz questão do apoio de prefeitos e espera debandada
“Vai ter debandada do lado de lá. Alguns não aguentam mais a truculência com a qual são tratados”, afirmou nesta manhã ao Midiamax. O ex-governador que foge de apontar números ou de mencionar nomes de possíveis apoiadores.
No mapa político atual, André aparece com certa vantagem já que seu partido, o PMDB, elegeu o maior número de prefeitos nas eleições de 2008, foram 28. O PT fez 10.
Porém, na avaliação do petista números atuais não são motivo para abatimento. Em recente evento do PT, Zeca relembrou que quando se elegeu governador de Mato Grosso do Sul pela primeira vez nas eleições de 1998 tinha um único prefeito no Estado lhe apoiando, aliás, uma parente sua Mirim dos Santos, de Porto Murtinho, esposa de seu irmão Heitor Miranda.
domingo, 14 de fevereiro de 2010
Com titulares definidos, partidos negociam vices e suplências para amarrar as alianças
João Prestes
Já estão praticamente definidos os nomes dos titulares nas duas chapas majoritárias que devem concorrer ao governo do Estado nas eleições deste ano. De um lado o PMDB do governador André Puccinelli e do outro o PT de Zeca. Os nomes dos candidatos a senador também já são conhecidos (embora o PMDB ainda precise definir em prévias qual das duas opções vai prevalecer). Restam, portanto, as vagas de suplentes e as vices para alinhavar definitivamente as alianças. E é aí que negociação atravanca.
Após bater o martelo e decidir que vai de chapa pura, o governador André Puccinelli está mais próximo de uma definição. Já fez o convite, que já teria sido aceito. A vice será a prefeita de Três Lagoas, Simone Tebet. Analistas vêm nela um nome forte para vencer a eleição, pois agrega votos do público feminino e da região do Bolsão. E Simone também pode ser a estratégia de André para sucedê-lo em 2014, em caso de vencer a eleição neste ano.
Zeca ainda titubeia sobre o vice ideal. Gostaria que fosse alguém ligado ao agronegócio e de outro partido, que não o PT e o PDT, já devidamente contemplados na chapa majoritária. Os petistas chegaram a procurar o ex-senador Lúdio Coelho, forte liderança ruralista, para pedir-lhe a indicação de um vice. Não conseguiram, mas pelo menos conseguiram uma foto sorridente do velho tucano.
“Acho cedo para definir o vice”, desconversa o deputado estadual Paulo Duarte. “Isso vai acontecer nas vésperas da convenção”. A convenção só acontece em junho.
De qualquer forma, como André já escalou o time, o PT aproveita para avaliar quem faria melhor a marcação. A figura carismática de Simone Tebet pode fazer o PT optar por uma mulher como companheira de chapa de Zeca. Se viesse do agronegócio, melhor ainda. E se fosse do PTB, satisfação garantida. O problema é achar esse nome.
Senado
Igual dilema vivem os titulares das chapas ao Senado. Delcídio do Amaral é o único que se pode dizer com certeza que será candidato. Seu mandato vence neste ano e precisa ser renovado. Os demais nomes lançados ainda são dúvida. E Delcídio ainda não fez qualquer referência sobre quem será seu suplente.
O atual suplente é o empresário Antônio João Hugo Rodrigues, do grupo Correio do Estado. “Tudo leva a crer que continua ele. A não ser que ele não queira”, supõe Duarte. Já foi cogitado para ser parceiro de Delcídio até o filho do missionário da Igreja da Graça RR Soares, o pastor David Soares, filiado ao PDT. A Igreja da Graça arrendou dois canais de televisão de Campo Grande.
O outro candidato ao Senado na chapa de Zeca, o deputado federal Dagoberto Nogueira (PDT), já preencheu a vaga de suplente: trata-se da ex-primeira-dama Gilda dos Santos. A escolha de Gilda foi feita sem consulta ao senador Delcídio do Amaral, que reclamou, mas acabou aceitando. O temor é de dividir o PT, um grupo trabalhar pela eleição de Delcídio e outro apoiar Dagoberto/Gilda, o que pode atrapalhar a eleição dos dois.
No PMDB a dúvida é qual será o candidato a senador: se o deputado federal Waldemir Moka ou se o atual senador Valter Pereira. Eles estão inscritos para disputar eleição interna marcada para março. Enquanto não resolverem quem será o candidato, não se pode falar em suplentes.
A outra vaga de senador na chapa de André está reservada ao vice-governador Murilo Zauith, do DEM, podendo a suplência caber ao PPS. Também não se fala em nomes para suplente de Murilo por enquanto.
João Prestes
quarta-feira, 10 de fevereiro de 2010
PSDB reage às “pedradas” do PMDB e pede mais cortesia
O PSDB reagiu hoje, na Assembléia Legislativa, ao que classificou como “pedradas” do PMDB. Os principais lideres do partido também pediram mais respeito à senadora tucana Marisa Serrano e tratamento mais cortez por parte dos peemedebistas.
O líder da legenda na Casa, deputado Rinaldo Modesto, ocupou a tribuna para rebater críticas feitas à senadora, principalmente pelo presidente da Assembléia, Jerson Domingos (PMDB).
Tudo começou com as declarações de Marisa acerca da possibilidade de sair candidata ao governo este ano. O governador André Puccinelli (PMDB) achou a atitude precipitada, enquanto Jerson se irritou com o possível “mote” da campanha da tucana: “você está satisfeito com o que tem visto no Estado?”.
Rinaldo achou que o assunto já havia “morrido”, mas resolveu falar sobre os ataques para defender Marisa. “É preciso respeitar a senadora, ela não se intimida, já colocou seu nome em outras disputas, foi bem votada. Não estamos em guerra, a gente é da base aliada e ajudou a eleger o governador”, discursou.
O presidente regional do PSDB, Reinaldo Azambuja, também reagiu às criticas. Disse que se o PMDB precisa dos aliados, não pode destratá-los.
“A senadora tem uma conduta ilibada, não tem nada que a desabone, tem ajudado Mato Grosso do Sul e quem precisa de aliados, não pode atirar pedras”, disparou, questionando se Jerson fala por ele ou pelo governo.
O deputado Onevan de Matos reforçou as declarações de Reinaldo. “Se ele quer continuar com os aliados, tem que tratar melhor. Acho que o tratamento tem que ser mais cortez”, declarou.
Integrante do BDR (Bloco Democrático Reformista), o deputado Zé Teixeira (DEM) também ocupou o microfone de apartes para comentar os desentendimentos entre tucanos e peemedebistas.
“Tem hora que não entendemos a fala de algumas pessoas da base aliada, está havendo toda a retaliação possível. O governador de vez em quando deveria se ater e deixar que as coisas aconteçam”, declarou, referindo-se também à demora na definição das alianças e ao “namoro” de Puccinelli com a ministra Dilma Roussef.
O deputado Jerson Domingos contrapôs afirmando que esse tipo discussão é banal e que todos deveriam se preocupar com questões mais importantes para o Estado.
domingo, 7 de fevereiro de 2010
Chapa Dilma-André em MS: PR deve pedir votos para André e Dilma Rousseff
| Midiamax Valdelice Bonifácio |
Líder do PR na Assembleia Legislativa, o deputado estadual Antônio Carlos Arroyo explica que o partido está liberado para apoiar a reeleição do governador André Puccinelli (PMDB) em Mato Grosso do Sul. Porém, se a opção do governador para presidência da República for o tucano José Serra, o partido não poderá acompanhar. É que nacionalmente, o PR está alinhado ao PT e deve apoiar a provável candidatura da ministra Dilma Rousseff à sucessão de Lula. “A cúpula nacional já nos liberou aqui no Estado. Agora, teremos que agir dentro das regras nacionais. Pode vir, por exemplo, uma determinação para não subir no palanque do André se porventura o Serra estiver lá”, explica. Assim, na prática, o partido trabalharia pela reeleição de André e seguiria a orientação nacional de defender a candidatura de Dilma à presidência da República. No ano passado, o PR recebeu a filiação do secretário de Obras, Edson Giroto que deve concorrer à Câmara Federal. Tal filiação passou a ser um forte indicativo de que o PR se aliaria a André neste ano.
André e Serra? Na verdade, André ainda não declarou apoio a José Serra para a presidência, mas como há muitos anos é parceiro do PSDB no Estado acredita-se que deverá fazê-lo, contrariando o desejo da cúpula nacional do PMDB que preferia que ele estivesse com Dilma. A candidatura de Zeca do PT ao governo do Estado inviabiliza o apoio de André a Dilma. Ela já tinha afirmado que não haveria dois palanques para a petista no Estado ou seria o dele ou de Zeca, os dois não. Hoje, André participa da convenção nacional do PMDB que deve reeleger o presidente da Câmara Michel Temer ao comando do partido. Michel que está licenciado da presidência da legenda quer se reeleger para fortalecer a possibilidade ser indicado a vice de Dilma Rousseff. Contudo, o governador deixou claro, dias antes da convenção, que estava apoiando a reeleição de Temer sem qualquer compromisso com a ala pró-Dilma. “Eu sempre votei no Michel”, justificou-se. O apoio de André a Temer pode ser uma confimação de que ele, de fato, está disposto a não criar embaraços para a aliança com o PT se consolidar. O grupo pró-Dilma precisa obter a aprovação da aliança na convenção nacional prevista para junho. E, segundo informações, quer contar com a ajuda de André para isso. Informações nacionais também dão conta de que o governador pode votar a favor da aliança nacional e em troca ficaria livre para se aliar a quem quisesse no Estado, inclusive ao PSDB. André nunca confirmou tal acordo e muito menos revelou como votará na convenção de junho. |
sábado, 6 de fevereiro de 2010
Dagoberto diz não acreditar que Artuzi vai deixar o PDT
O deputado federal Dagoberto Nogueira, líder da bancada do PDT na Câmara Federal, afirmou que não acredita numa possível saída de Ari Artuzi de seu partido, já que informações dão conta de que o prefeito estaria migrando para o PMDB. “Não acredito nisso, principalmente por tudo que Artuzi passou dentro do PMDB, lá ele foi vítima de chacota, não acredito que ele seja ingrato ao ponto de deixar o PDT agora”, concluiu o deputado.
Dagoberto Nogueira permanece na liderança do PDT na Câmara Federal até o mês de junho deste ano quando pretende se dedicar a sua candidatura ao senado, numa aliança com o Partido dos Trabalhadores. Sua mais provável suplente seria a ex-primeira dama do Estado Gilda dos Santos.
Ele afirma estar satisfeito com o desempenho de seu nome na corrida ao senado federal, dentro das dificuldades que o PMDB estaria enfrentando para definir candidaturas. “O PMDB todos os dias tem um candidato diferente ao senado, mas seja quem for o meu trabalho na Câmara Federal fará a diferença, hoje em dia é simples a população se definir através deste critério, basta buscar pela internet os resultados dos trabalhados desenvolvidos em Brasília”, disse.
O deputado afirma que ainda sua grande marca é a de providenciar recursos para os municípios. Ele anunciou que garantiu investimentos de 40 milhões de reais para Dourados. Os recursos empenhados são para construção de casas populares, pavimentação asfáltica e recuperação do asfalto, bem como a capacitação de jovens para o mercado de trabalho.
sexta-feira, 5 de fevereiro de 2010
PMDB de MS vota em Temer para presidir o partido, mas garante que não aderiu à Dilma
A provável reeleição de Michel Temer à presidência nacional do PMDB na convenção de amanhã terá a ajuda dos delegados de Mato Grosso do Sul. A expectativa é de que todos os convencionais do Estado votem a favor do presidente da Câmara Federal.
Porém, tal posicionamento do PMDB de MS não significa adesão à ala do partido que defende aliança com o ministra da Casa Civil, Dilma Rousseff, pré-candidata do PT à presidência da República, explica o presidente regional da sigla, Esacheu Nascimento.
O partido levará 13 delegados à convenção de manhã – no total o grupo tem 27 dos 760 votos. O governador André Puccinelli (PMDB) tem direito a dois votos e viaja amanhã logo cedo para Brasília. Ele foi o primeiro dos delegados a declarar voto em Temer.
Em 28 de janeiro aproveitou evento na Governadoria para antecipar sua decisão. “No dia 6 de fevereiro vou votar no Michel. ... Michel, Michel ...”, disse na ocasião.
Esacheu Nascimento admite que a atitude do governador pode ter influenciado a decisão do partido. “Ele é a liderança mais expressiva da legenda”, explica. “Mas ninguém no diretório estadual nunca teve nada contra Michel Temer”, completa.
O próprio governador nega que sua decisão de votar em Temer tenha relação com as eleições presidenciais. “É que eu sempre votei nele”, justificou-se em recente evento.
Unidade
O dirigente estadual acredita que Michel Temer vai pacificar o partido sem misturar a convenção nacional com as eleições presidenciais. Como se sabe, Temer quer levar o PMDB à aliança com o PT e, mais, quer ser indicado a candidato a vice de Dilma Rousseff.
Nem André, nem qualquer membro do PMDB admitem a apoiar a aliança com o PT. O governador se classifica como indefinido no que diz respeito às eleições presidenciais.
Outro delegado que votará pela eleição de Michel Temer é o deputado federal Waldemir Moka. Com direito a dois votos, ele explica que acompanha a decisão do PMDB de MS por considerar que Temer “tem respeito dentro do partido”.
Moka tem certeza de que a convenção de amanhã não se mistura com a discussão sobre a aliança presidencial. “Isso é muito claro, uma coisa nada tem a ver com a outra (...) O Michel vai manter o debate interno e respeitará a decisão da convenção de junho”, acredita.
Em junho, os convencionais voltam a Brasília para decidir entre candidatura própria à presidência da República e as possíveis alianças com o PT ou PSDB, de José Serra.
“Temos apreço pelo Michel (..) A eleição dele não significa antecipar a decisão pela aliança com Dilma Rousseff”, insiste Moka.
Delegados
Esacheu embarca agora à tarde para Brasília para participar das reuniões preliminares à convenção. O governador, conforme sua assessoria, deixa Campo Grande rumo à Capital Federal por volta das 6 horas deste sábado. Moka também embarca pela manhã.
Os demais convencionais são: os deputados federais Marçal Filho, Geraldo Resende e Nelson Trad, os deputados estaduais Jerson Domingos, Júnior Mochi e Youssif Domingos, o secretário de Habitação Carlos Marun e a suplente de vereadora Maria Emília Sulzer. A presidente do PMDB Mulher Carla Stephanini também acompanha a comitiva. Ela poderá votar em substituição a algum delegado que, por ventura, faltar.
Youssif e Maria Emília vão a convenção substituir o prefeito de Campo Grande Nelsinho Trad e a deputada estadual Celina Jallad.
Conforme Esacheu, Nelsinho não viajará sob a alegação de problemas de saúde. Já Celina Jallad terá outros compromissos. A reportagem do Midiamax entrou em contato com a assessoria de Nelsinho, mas ainda não recebeu retorno.
Briga Judicial
A convenção que será realizada amanhã, em Brasília, foi alvo de questionamentos judiciais. Todos sem sucesso. A ala contrária a aliança com Dilma tentou suspender na Justiça a convenção do PMDB, mas não conseguiu. O encontro, marcado para sábado, deve reconduzir Temer ao comando da legenda.
"Temos mais de 90 por cento do partido com a decisão do Diretório Nacional. A convenção vai se realizar no dia 6 em ambiente de tranquilidade e democracia", afirmou Temer em entrevista ao Estado de São Paulo.
Conforme o site do PMDB Nacional, a convenção será realizada amanhã, das 9h às 17h, no Congresso Nacional, em Brasília, no auditório Nereu Ramos, no Anexo II, da Câmara dos Deputados.
domingo, 31 de janeiro de 2010
Murilo Zauith rejeita interferência de Puccinelli (Valdelice Bonifácio)
Sempre afinado com o governador André Puccinelli (PMDB), o vice Murilo Zauith (DEM) ficou contrariado com a declaração dada ontem pelo chefe do Poder Executivo durante evento na nova sede do PMDB, em Campo Grande. Pré- candidato à reeleição, André mencionou que poderia até se afastar de suas funções durante a campanha, caso o vice desistisse de concorrer ao Senado e assumisse o governo. Ocorre que disputar o Senado é um antigo sonho de Murilo e, hoje, um projeto do BDR (Bloco Democrático Reformista), composto por DEM, PSDB e PPS. “A candidatura não é só minha, mas do grupo todo. Ele tem que conversar com o bloco. Afinal, ele vai ou não se aliar ao bloco?”, questiona Murilo que até agora não ouviu uma palavra do governador sobre aliança para as eleições. O vice-governador demonstra não ter gostado do que ele chamou de “interferência” e de “palpite” de André no projeto do seu grupo político. “Primeiro ele teria que conversar com o bloco sobre a aliança. Por enquanto, ele não pode interferir na minha candidatura que, aliás, é do BDR”, mencionou. “Se não falar com o grupo antes, ele não pode dar palpite no nosso projeto”, reforçou. O democrata explica que não se negaria a um diálogo com André sobre a possibilidade de permanecer no governo. Contudo, esclarece que sua desistência em concorrer ao Senado dependeria de outra questão. “O bloco não abre mão da vaga ao Senado. Assim, nós precisaríamos de outro nome com possibilidade de vencer as eleições, ou seja, teria que surgir uma liderança que aparecesse nas pesquisas de intenção de votos com índices iguais ou superiores aos meus”, detalha. Por enquanto, Murilo continua engajado em sua candidatura ao Senado. Hoje, ele está no município de Antônio João, na companhia do seu parceiro de sigla, o deputado estadual Zé Teixeira e o presidente regional do PSDB e também deputado estadual Reinaldo Azambuja. Lá, ele participa de uma festa a convite do prefeito Juneir Marques (PSDB). Murilo não precisa se afastar da vice-governadoria para concorrer ao Senado, porém não pode assumir a cadeira do titular a partir de 4 de abril, do contrário fica inelegível. O vice-governador teria ainda uma oportunidade de assumir o comando do Estado em fevereiro, mas não o fará. Ele acompanhará o governador em viagem internacional de 13 a 23 de fevereiro. André e comitiva devem percorrer Roma e as cidades russas Moscou e St. Petersburg. Neste período, quem assumirá o governo do Estado é o presidente da Assembléia Legislativa, Jerson Domingos (PMDB). A Casa de Leis ficará sob o comando do petista Pedro Kemp. Uso da máquina Ontem, durante evento do PMDB, na presença do governador do Parará e pré-candidato à presidência da República, Roberto Requião, André não só anunciou o desejo de se afastar na campanha, como também explicou seus motivos. “Isso para ninguém dizer que estou usando a máquina. E vir com desculpinhas, que bateu na trave, ou que o juiz robou”, finalizou o governador de MS. | |||
